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Até 2013!

27 de dezembro de 2012 Deixe um comentário

2012-2013

 

2012 foi um ano que acho que tenho mais motivos para esquecer do que para lembrar, pois apesar de conseguir fazer coisas inéditas na minha vida esse ano, também foi o ano que perdi uma parte bem grande do meu coração, e ainda busco formas de cicatriza-lo.

Mas acredito do fundo do meu coração que quando eu estiver aqui novamente escrevendo no fechamento de 2013 para 2014 terei muitos motivos para comemorar.

Até lá é lutar dia após dia e não desistir dos meus sonhos…

Comecei esse blog como uma válvula de escape, não esperava que ninguém lê-se, pois não procurei divulga-lo, mas talvez por compartilhar coisas que outras pessoas se identifiquem vi que sem querer tenho algums leitores cativos, rsrs

O que posso dizer a vocês é obrigado! obrigado! obrigado!

Então desejo uma ótima virada de ano para todos e que 2013 seja repleto de momentos de amor e felicidade!

Um Grande Abraço!

…Viva sua vida com braços abertos
Hoje é o dia em que seu livro começa
O resto ainda está em branco
Encarando a página em branco a sua frente
Abra a janela suja
Deixe o sol iluminar as palavras que você não pôde achar…
Natasha Bedingfield – Unwritten

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Preenchendo o Vazio

27 de dezembro de 2012 Deixe um comentário

Vazio

Nossa cabeça é uma maquina que nunca para de trabalhar, pois mais que tentamos não pensar em fazer nada ela esta lá nos trazendo alguma memoria ou pensamento sobre algo que queremos ou fizemos. Mesmo dormindo ela não para de processar tudo que absorveu nos dias anteriores ou a ansiedade do próximo dia.

Em muitas épocas de nossa vida conseguimos ocupar nossas cabeças com planos e sonhos,  outras vezes a ansiedade as preocupações do com futuro tomam conta.

De uma forma ou de outra sempre estamos preenchendo nosso cérebro com as atividades do dia-a-dia, criamos uma rotina de pensamentos e as normalmente temos pouco tempo para ficar divagando ou “na janela” pensando na vida (he he).

Depois de um tempo nosso cérebro entra nesse piloto automático de pensamentos e começamos a fazer as coisas por osmose, o problema é quando algo que você tinha como rotina é retirado, e esse espaço deixado não é como uma vaga de garagem que esta esperando por um novo carro, é sim como uma viga de sustentação de um prédio , tudo funciona por que o conjunto todo é importante, e quando uma destas “vigas” é retirada todo o conjunto começa a estremecer.

Normalmente por um tempo ficamos analisando essa “viga faltante” achando que realmente nada vai ocupar aquele espaço e que tudo vai cair mesmo… e por alguns instantes você até deseja que tudo caia mesmo. Mas de pois de um tempo você começa a procurar novas “escoras” para o lugar dessa viga,  nada que você colocar no lugar será igual, mas pelo menos manterá o prédio em pé, e em muitas ocasiões você a acha até um melhor substituto para esse espaço.

Quando começo a escrever nem sempre sei onde isso vai acabar, pois escrevo tudo de uma tacada só, sem revisar o texto ou pensar bem no que estou escrevendo, as ideias saem, comento isso pois a analogia do prédio surgiu assim do nada , e vejo que realmente nossa cabeça é como um prédio as vezes. Você pode mante-lo limpo e pintado por fora (sempre escondendo das pessoas que você tem algum problema), mas quando as rachaduras internas não são corrigidas, elas fazem você ruim, sem que ninguém perceba antes.

Hoje venho preenchendo o espaço em em branco da minha cabeça, com algumas escoras , que eram desejos que não vinha realizando e assim ocupando minha cabeça para que ela não fique vazia e possa “abalar mais as estruturas” e isso tem me ajudado, mentalmente e fisicamente , pois o tempo que ficou sobrando dedico a exercícios e à alguns dos meus Hobbies e sonhos, pois como o ditado popular já diz, “cabeça vazia e a oficina do diabo” então manter-me ocupado e pensando nos próximos passos dos meus planos pessoais tem sido um bom remédio para curar o espaço em branco deixado e a cicatrizar meu coração.

Não tive tempo de desejar um Feliz Natal a todos aqui , pois estava bem corrida as coisas para mim, mas antes tarde do que nunca! FELIZ NATAL!

A volta da felicidade

12 de dezembro de 2012 2 comentários

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A primeira palavra que minha ex disse quando iniciou a conversa sobre o fim do relacionamento foi ” você esta feliz?” e eu pensei um pouco e naquele momento disse ” sim, com tudo que tenho e consegui, com a família que tenho e com você  estou feliz, mesmo com os problemas que sabemos que existem” bom… o final disso não deu muito bem pois depois entendi que ela não estava feliz. mas o motivo de escrever não é por ela e sim por mim.

Depois desse conversa e por um longo período de quase 6 meses realmente vivi uma situação de muita infelicidade comigo mesmo, a falta de vontade de fazer as coisas ou de contar minhas piadas ou usar meu humor acido que tanto diverte as pessoas que estão ao meu redor não tinha mais graça para mim. tinha que vestir uma mascara de “tudo ok” para muitas pessoas por um período  mas depois desse tempo e de pensar bem na minha vida, vejo que vento voltou a soprar a vela do barco da felicidade 🙂

Fiz o que uma amiga disse ” olhei ao meu redor” e vi que sim há mais pessoas interessantes e pessoas que se interessam por mim, perceber a existência dos outros já é um grade avanço para quem mal conseguia olhar nos olhos de outra pessoa pela fase que vinha passando.

Vejo pessoas interessantes se aproximando de mim, e a medida em que novas pessoas se aproximam, eu me distancio das minhas frustrações.

Sei que isso é apenas um pequeno trecho do caminho, mas só de saber que agora sei o caminho que estou indo já me deixa mais feliz

[]’s

F.

“Agora eu sei que  há um caminho melhor
Deixarei meu coração ir para um dia melhor
Agora é hora de respirar ao ar livre
Com uma mente tão livre, de qualquer jeito
É hora de mudança
É hora de se libertar!”
Gamma Ray – Time to Break Free

Importantes e insignificantes

4 de dezembro de 2012 1 comentário

Igual a todos

Sinto que essa é a definição do que nos somos.

Pois tudo que fazemos para nossas vidas e para nosso convívio é sempre muito importante para nós, cada um de nós tem características especificas que por mais que pareçamos outras pessoas, somos únicos e insubstituíveis, não haverá ninguém como eu ou como você. Isso nos torna importante para o nosso mundo em que vivemos , quando digo nosso mundo, faço referencia ao ecossistema em que vivemos, nossos amigos, conhecidos, familiares, colegas de trabalho, clientes, fornecedores, inimigos, credores e devedores. Para esse sistema somos alguém importante, pois temos pessoas que se importam conosco e comemoram conosco nossas conquistas e às vezes sofrem com nossas derrotas, (e no caso dos inimigos é o inverso) mas que qualquer forma somos significativos. Seja despertando amor, ódio, tristeza, alegria ou qualquer sentimento similar temos nossa relevância.

Mas quando olhamos para nos mesmos no meio do mundo no sentido literal da palavra, vemos quão insignificantes nos somos, como nossas alegrias e angustias não mudam nada a rotina das coisas, que somos como qualquer um que nasce ou morre todos os dias. Que somos apenas mais um dentre mais de 7 bilhões de pessoas.

Coloquei tudo isso apenas para ilustrar mais meu comentário, pois quando estamos tristes queremos que o mundo perceba isso e tente ter um pouco de consideração com o nosso sofrimento, mas para quem não esta envolvido nesse ecossistema que você vive  isso não influencia em nada, é como assistir o noticiário e ver que X pessoas morreram em algum lugar e você nem se abalar, mas se é uma pessoa querida por você isso pode mudar completamente seu comportamento temporariamente ou permanentemente.

Tudo isso ocorreu depois de uma frase que ouvi da minha mãe sobre o momento que estou vivendo , que em um certo momento de nossa conversa ela disse: “ o que esta acontecendo com você acontece a todo momento e a toda hora,  você não será nem o primeiro e nem o ultimo a sofrer por isso, faz parte da vida aprender com as alegrias e as frustrações”

Apesar de parecer uma frase até meio clichê ela me fez pensar nessa situação com um ângulo um pouco diferente,  ainda mais quando vi que conheço algumas pessoas do meu convívio que passaram por situações parecidas, onde cada um teve uma reação especifica para situações de grande frustração. Com isso comecei a entender aceitar melhor o deboche de algumas pessoas pela minha situação, pois para estas pessoas eu não estou influenciando em seu ecossistema logo não tenho importância para ela, então consigo até nessas situações separar “o joio do trigo” e sair com minhas amizades reais mais fortalecidas.

Pois uma vez aprendi que não importa se é amor ou ódio, seja qual for o sentimento que uma pessoa tem por outra ela se importa com você. Mas o pior sentimento que você possa receber de alguém não é o ódio e sim o desprezo, pois mostra você ou alguém não sente absolutamente nada por essa pessoa, que você praticamente não exista.